quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Princípios básicos do Design

Definição sobre os quatro princípios básicos do Design, formulado especialmente para leigos. (Clique nas imagens para visualizá-las maior).





segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Em dia com as novidades da comunicação digital

Tendências, novidades e análises sobre produtos e linguagens da comunicação digital, com foco em jornalismo. É o que se encontra no blog Papo On, vinculado ao site do jornal Diário do Nordeste.

http://blogs.diariodonordeste.com.br/papoon/

Acesse a página do blog Papo On no link acima

Vídeo-aulas sobre softwares multimídia

Aprenda a manusear diversos softwares multimídia, como Premiere, After Effects, Lightroom etc., acessando o link abaixo.

http://www.gugalamenha.com/

Você será, então, redirecionado ao site de Guga Lamenha, que conta com diversos vídeos-tutoriais gratuitos.

Explorando sua câmera digital

Que tal tirar a câmera fotográfica do modo automático e explorar seus recursos, para obter fotos melhores? No vídeo a seguir, confira algumas dicas de como fotografar melhor.



Fonte: http://linkpb.net/?p=10959

Apostila: curso básico de photoshop



http://info.abril.com.br/noticias/blogs/download-da-hora/android/apostila-gratuita-ensina-o-basico-de-photoshop/
A página digital da revista Info disponibiliza  apostila que ensina os recursos elementares do Photoshop, ideal para quem deseja começar a mexer no programa. O download encontra-se no link acima.

O futuro do Jornalismo está nos aplicativos para redes sociais?


Fonte: http://blogmidia8.com/2011/10/o-futuro-do-jornalismo-esta-nos.html

Autor: Cleyton Carlos Torres

Os recentes anúncios de importantes jornais lançando aplicativos para a rede social de Mark Zuckerberg, o Facebook, revelam muito mais do que simples estratégias de negócios para empresas de comunicação. O jornalismo está procurando alinhamentos cada vez mais funcionais com as novas mídias, principalmente aquelas conectadas à web e que proporcionam aos internautas poderes de leitura, compartilhamento e edição simultaneamente, uma vez que o tempo gasto em sites de relacionamentos cresce freneticamente em todo o planeta.

Wall Street Journal, TheGuardian e Independent são mostras de grandes centros jornalísticos que estão enxergando o incrível potencial dessas ferramentas sociais digitais conectadas em rede. Além do tráfego originado no Facebook e direcionado para grandes portais, a rede de Zuckerberg deixa bem claro que mira no objetivo de se tornar uma central de mídia social nunca vista antes. As parcerias com empresas de música e vídeo online expõem o que o Facebook pretende para um futuro próximo, sem contar as conexões com os jornais.
São mais de 33 empresas jornalísticas firmando parceira com a rede. O potencial em transformar o Facebook em uma nova forma de se consumir notícias está cada vez mais evidente e plausível. Não há nada mais coerente do que investir e introduzir conteúdo em um local onde as pessoas estão “reunidas e conversando”. A possibilidade de a rede ser integrada facilmente com outras ferramentas sociais ou sites faz com que tal plataforma seja ideal para a discussão e o consumo de informações.

Renovação na forma de gerar receita
A ideia central não é apenas acessar as notícias dentro do Facebook ou conectado com a rede, mas sim, verificar o que seus amigos estão consumindo, mostrar o que você está lendo e, desse modo, compartilhar experiências no que tange à aquisição de informações. Experiências estas que não se limitarão na publicação de um link ou no like dado em uma notícia. Todo um processo de personalização de conteúdo será formalizado tendo como base suas preferências e a influência que seus amigos exercem sobre seu dia-a-dia na rede. E isso em tempo real.

Esses aplicativos obviamente não são estruturados em uma via de mão única. Ganham os jornais com experiências mais sociais, integração de um conteúdo massificado para massas personalizadas (o que é positivo para a imagem das empresas jornalísticas), além do fato da publicidade gerada dentro do aplicativo pertencer aos jornais (o Facebook vende os anúncios fora dele), e ganha o Facebook, pois começa a se consolidar como uma “internet dentro da internet”, trazendo o usuário para dentro da rede e mantendo-o ali.
Ademais, toda essa integração pode dar novos horizontes aos mercados jornalístico, cinematográfico e fonográfico. Em um mundo onde explode o consumo de músicas e vídeos, suas empresas responsáveis lidam com perdas consideráveis. Em um mundo onde todos querem produzir e compartilhar conteúdo, os jornais temem pela queda no número de vendas nas bancas e pela desesperadora renovação na forma de gerar receita. Seria o Facebook a salvação para todas essas mídias?

Transformar os jornais em “sociais”
Talvez a prepotência do Facebook em se firmar como um ecossistema autossustentável venha da premissa de que, por exemplo, americanos gastam 23% do tempo online com redes sociais e apenas 3% em sites de notícias. Ao mesmo tempo em que a rede faz parcerias para se manter ativa e mais onipresente possível no mundo online, ainda leva créditos por ser inovadora e trazer diversas aplicações para dentro de sua estrutura. O que o Facebook faz nada mais é do que dar continuidade ao seu incrível processo de crescimento. O que os jornais fazem nada mais é do que modificar suas ações para continuarem indispensáveis para a sociedade, mesmo ela sendo digital.

Outro fator importante que deve ser observado é que todas essas movimentações revelam que o jornalismo participativo, aquele criado e mantido pelos usuários, é de suma importância, mas não irá substituir o jornalismo profissional. Prova disso é que os usuários usam as redes sociais para produzirem conteúdo e as próprias redes sociais estão investindo em parcerias para trazer os jornais e transformá-los em “sociais”. Isso deixa claro que toda essa gama midiática digital não é, nunca foi e não tem a pretensão de ser repelente em suas ramificações, sendo complementar e, para a nossa sorte, cada vez mais “invisível” no dia-a-dia.

Jornalismo 2.0

Alex Primo responde como está o Jornalismo 2.0. Será que as estimativas de que o jornal de papel acabaria estavam certas? Como estão os aplicativos para iPad e Kindle? Será que jornais e revistas se adaptaram ao novo tempo? Como estão os investimentos nos jornais e revistas digitais? Confira no vídeo abaixo



Fonte: http://www.tecnocratadigital.com.br/video-como-anda-o-jornalismo-2-0-e-como-esta-os-aplicativos-para-ipad-e-kindle/

Mundo Web: Jornalismo digital prospera apesar da incerteza econômica global




Aumentam os investimentos em vídeos, aplicativos móveis e infográficos como principais razões para o crescimento de audiências na mídia digital no mundo todo. No Brasil, só o uso de vídeos subiu de cerca de 20% em 2011 para a média de 43,5% em 2012. 
 
Empresas de mídia ao redor do mundo estão disponibilizando uma ampla gama de ativos de conteúdo digital e utilizando fontes também digitais em suas reportagens mais fortemente em 2012 do que nos últimos cinco anos. Esta é uma das principais conclusões do Estudo Global de Jornalismo Digital da Oriella PR Network.

O estudo é realizado com jornalistas de todo o mundo desde 2008 e visa acompanhar a adoção de tecnologias sociais e digitais pela mídia. Esta quinta versão teve por base entrevistas cerca de 600 jornalistas da Europa, Ásia-Pacífico e Américas, e encontrou a mídia cautelosamente otimista em relação às suas publicações apesar da incerteza contínua na economia global: 54% dos entrevistados esperam que a audiência da publicação para a qual trabalham cresça este ano, contra apenas 20% que antecipam redução. 

No caso específico do Brasil, quase 52% dos entrevistados consideraram que haverá  aumento de audiência para suas publicações,  25% apostaram em aumento de receitas publicitárias e cerca de 35% indicaram aumento de equipe acima de 10% ainda em 2012. Apesar do otimismo do grupo de respondentes no país, ao redor de 40% consideraram que nada mudará neste ano nesses três quesitos.

O estudo global constata ainda que o uso de publicações de vídeo online quase dobrou desde o ano passado - 36% contra 20% de 2011. Além disso, 40% dos entrevistados disseram que suas publicações oferecem blogs assinados por seus jornalistas e 22% produzem infográficos em casa.
 

Dispositivos móveis e mídias sociais

A importância crescente de dispositivos móveis e de uso de mídia social para as estratégias de monetização dos editores se reflete no crescimento sustentado de aplicativos móveis e a contínua popularidade de posts personalizados do Twitter e páginas do Facebook. A proporção de jornalistas dizendo que seus títulos já tem apps vem em crescimento contínuo nos últimos três anos e, em 2012, uma publicação em cada quatro tem um aplicativo móvel. 
No Brasil, o uso do Twitter caiu de quase 70% em 2011 para 61% este ano. A tendência do aumento do uso de vídeos mantem-se também por aqui, onde, dos cerca de 20% de 2010 e 2011, este ano a média foi de 43,5% (41% de vídeos de fontes externas e 46% produzidos internamente). Dos cerca de 37% do total geral que adotam infográficos no Brasil, 22% produzem internamente e cerca de 15% usam fontes externas.

A adoção de aplicações móveis demonstrou crescimento sustentável. Globalmente, um a cada quatro jornalistas disse que sua publicação tinha app móvel. O Brasil ficou um pouco acima da média, chegando a mais de 29% de uso.
 

As fontes no âmbito da imprensa social 

A pesquisa concluiu que o uso de mídias sociais na obtenção de novas notícias é uma realidade da maioria dos entrevistados, mas somente quando a fonte é conhecida dos jornalistas. 53% dos respondentes consultam microblogs (como Twitter ou Facebook) de fontes que conhecem; quando a fonte não é familiar, esse número cai para a metade. 

O uso de blogs convencionais na obtenção de notícias é um pouco menor, mas segue uma tendência semelhante à dos microblogs: 44% dos entrevistados disseram ter usado os blogs que eles conhecem para busca de novas pautas e apenas 22% consultam blogs desconhecidos. Esta é uma reversão do quadro de 2011, quando 43% dos entrevistados disseram que consultariam blogs que eles não conheciam e 30% somente os familiares.

A dependência de especialistas do setor para novas histórias cresceu de 54% em 2011 para 64% este ano, e entrevistas com porta-vozes tornaram-se a primeira opção dos jornalistas na busca por notícias, substituindo os press releases, agora na quinta posição de preferência.

No Brasil, é gritante a diferença dada às informações de mídias sociais, blogs e microbogs já conhecidos do jornalista versus os desconhecidos: 52% contra 38% no caso das mídias sociais e 44% versus 9% no caso dos blogs e microblogs. 

No país, aumentou a preferência pela busca de entrevistas com porta-vozes corporativos (de 20% em 2011 para 34% em 2012) e também a consulta às agências de RP (cerca de 8% em 2011 e 18% em 2012). Acompanhando a tendência mundial, o press-release recebido na caixa de e-mails vem caindo na preferência e chegou a somente 6% este ano. 

Impresso versus online 

O estudo indica que é menor o crescimento da mídia online em detrimento do offline. Em 2012, 47% dos entrevistados disseram que a mídia impressa e o broadcast tinham maior audiência, contra 50% das respostas em 2011.  Por outro lado, a proporção de entrevistados que dizem que a cada ano menos de 20% de seu conteúdo online é novo manteve-se praticamente o mesmo - entre 20 e 25%. Como em 2011, os entrevistados ficaram igualmente divididos entre o conteúdo online e o offline.

No Brasil, embora 29% dos respondentes representassem veículos online (sem versão impressa), cerca de 24% indicaram que a quantidade de seu conteúdo online está acima de 60% do total publicado.

Ferramentas digitais para jornalistas



Nem só de fontes "de carne e osso" dependem os jornalistas. Com a crescente utilização da Internet para captar informações, estes profissionais passaram a precisar de algo além do caderninho de anotações. Pensando nisso, o site ijnet reuniu alguns programas que podem ser bastante úteis para a organização dos conteúdos virtuais encontrados pelos jornalistas, facilitando assim o seu trabalho.


http://ijnet.org/pt-br/stories/quatro-ferramentas-digitais-%C3%BAteis-para-jornalistas

Detalhes sobre os programas e links para download no endereço acima

Adobe Flash para todos os gostos



                                     http://www.oficinadanet.com.br/apostilas/60/flash

Interessado em aprender a manusear o programa Adobe Flash? No link acima, você encontra diversas opções para download de tutoriais/apostilas sobre o programa!

                                           

Dica de livro: CulturaDigital.BR

Com a palavra, Rodrigo Savazoni, um dos autores do livro:
"Depois de um último esforço de revisão, é com prazer que compartilho com tod@s o livro CulturaDigital.BR, organizado por mim e por Sérgio Cohn, com a supervisão de José Murilo Jr. e Álvaro Malaguti, integrantes da coordenação executiva do Fórum da Cultura Digital Brasileira.
O livro é o nosso caderno de provocações. Pretendemos com esse trabalho estimular a rede a refletir sobre os desafios contemporâneos. A partir de conversas abertas com pensadores de diversas áreas do conhecimento, procuramos mapear as principais questões que circundam a cultura digital. Trata-se da abertura de um diálogo.
Geralmente, os projetos publicam livros ao final. Nesse caso, publicamos no começo, para garantir que as ideias circulem, avancem e se conectem.
O livro conta com entrevistas de Alfredo Manevy, André Lemos, André Parente, André Stolarski, André Vallias, Antonio Risério, Bernardo Esteves, Claudio Prado, Eduardo Viveiros de Castro, Eugênio Bucci, Fernando Haddad, Franklin Coelho, Gilberto Gil, Guido Lemos, Hélio Kuramoto, Jane de Almeida, Juca Ferreira, Ladislau Dowbor, Laymert Garcia dos Santos, Lucas Santtana, Marcelo Tas, Marcos Palácios, Ronaldo Lemos, Sergio Amadeu e Suzana Herculano-Houzel".
http://culturadigital.br/blog/2009/09/26/baixe-o-livro-culturadigital-br/

Acessando o link, você tem acesso ao livro na íntegra